domingo, 6 de agosto de 2017

Este presente onde vivo é extremamente bonito.
E só é bonito porque é extremamente PRESENTE.
O extraordinário é a simplicidade em estar.
Se não estiver estou numa constante aceitação.
Disto e daquilo, de uma treta aqui, um biscate ali, uma planificação furtada, um sonho não atendido.
Se só me deixar estar e receber sorrindo, e sorrindo e recebendo, mesmo que isso signifique uma ausência, tudo começa a organizar-se para gerar presença.
A minha.
E só nesse tom tudo fica extremamente indiscutível.

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