quinta-feira, 20 de julho de 2017

Emancipação de consciência.
Não escrevo isto com alguma falsa pretensão de prepotência e superioridade.
Para mim, é tudo o que essa emancipação não emana, borbulha ou ilumina.
Algures muito para trás, houve uma pequena sementinha que foi plantada e sendo regada entre calma e anseio. Muito anseio até. Muita agitação por forma a querer resultados, sem a sapiência prática de que os resultados surgem em congruência com aquilo que o mais profundo de ti é e quer. E se esse mais profundo tem que doer à farta, tem que evoluir em pressão darwiniana, então nada será compatível com um simples querer.
Mas algures nesse tempo, em que essa sementinha foi plantada, os ramos verdes despontaram. Despontaram divinamente interligados com o céu, com as surpresas, com os sorrisos, com a sabedoria. Com a calma, a calmia.
O mar não está bravo.
Há qualquer coisa nele que pede apenas que me deixe boiar.
Deixe ir.
E eu vou aproveitar.
Até já.

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