sábado, 15 de julho de 2017

Um grande desafio desta vida reside na compreensão de que o amor que dás a ti próprio tem de conter a mesma espontaneidade e intenções que cordialmente ofereces ao outros.
Como aceitar tudo de alguém e não aceitar em ti?
Que amor vem a ser esse, que não começa em ti, mas nos outros?
Que te desvaloriza e eleva o outro?
Talvez por isso, quando o outro te deixa de amar como entendias, tudo fique corrosivo e questionável. Ou caótico e ingrato.
Tem mas é juízo e começa a ver que o tal projecto de vida, acima de tudo, será teu, é por ti.
Quem se quiser juntar, força
Quem vier por bem, que venha.
Mas nunca para completar, aprofundar, uniformizar, esperar sedento uma prenda ou expectativa ancorada qualquer.
Há que estar ciente da realidade de cada um, mantendo os caminhos individuais. O sinal da subtracção é apenas uma linha, e na multiplicação ou soma, há um cruzamento de duas linhas mas só num local definido, o centro, em harmonia. Nada esta sobreponivel. Pensemos nisso.

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