segunda-feira, 12 de junho de 2017

O tempo de parar não é o tempo de morrer, perecer, ficar estático.
É o tempo de contemplar o céu, deitado no chão do que a vida trouxe de frio e inevitável.
E não unir os pontinhos especiais e brilhantes com as mãos, mas com uma imaginação que seja puramente intuitiva e não permita o lógico perturbar o indizível. Porque o infinito, na mesma proporção em que não tem uma medida exata, também nos deve relembrar que o nosso coração é permanentemente extensível.
E assim, deitada nesse chão, eu não uno só as estrelas. Junto-me a elas.

Sem comentários:

Enviar um comentário