sexta-feira, 12 de maio de 2017

Por vezes gostava de saber a razão do meu coração se transmutar num tabuleiro redondo de dardos, onde culmino na primazia em dirigir a seta, que formulada em muito boa intenção, é firmemente espetada nos locais com maior número de pontos.
Entendendo que tudo é evolução, sendo proporcionada mediante a nossa responsabilização, eu digo alto, bem alto, no cume da montanha do meu próprio valor, que quero ser feliz!!! Longe de qualquer minuto onde possa adiar esse estado por culpas, autodesvalorização ou foco mal centrado.
O meu músculo cardíaco já provou ter uma força insondável.
Agarra vidas que passam para outro lado, pessoas a quem ninguém queria sorrir e sobretudo, uma competência para ser interiormente bonita para quem se partilha comigo.
Por tudo isto e muito mais, afirmo que não é só músculo. É vida que trago em mim, e hei-de aproveitá-la, talvez agora de uma maneira particularmente diferente. Para não fazer do músculo algo que só melhore com a dor, mas algo que melhore com o amor, o amor também sentido por mim. E esse amor não me faz ter decisões egoístas, narcísicas ou altivas. Faz-me saber onde me situo. E essa é a diferença entre quem se quer lamentar e quem quer receber.

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