sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Obrigada E.

Quando seremos evoluidos?
Não será no último doutoramento, na persecução de uma vida de objectivos palpáveis em casas, alianças, filhos, sonhos, betão e celulose. Não será certamente por cultura geral extensa passível ou QI fora de série.
Seremos realmente evoluídos quando todos forem amor.
E à parte de qualquer movimento religioso, exasperações de carinha fresca, esta só pode ser unicamente a força pela qual temos de vibrar.
Tenhamos todos a decência de não magoar ninguém.
De não dar um estalo físico e mental.
Apontar o dedo.
Falar com raiva.
Ser raiva. Egoísmo.
Gritar com alguém, indefeso ou que se defenda.
Obrigar alguém a gostar de nós, estar connosco, ser um carrasco de algo.
Um controlador, um castrador de naturalidade.
Abusar da vulnerabilidade, sabendo-o.
Tenhamos decência, vergonha.
Se o mundo fosse evoluido não se tinham inventado leis e direitos humanos.
Se o mundo fosse evoluido não se tinha especializado a psicologia e psiquiatria apenas com a doença em base genética de causa isolada. 
Sejamos francos. Que queremos nós fazer do mundo? Da vida? Das relações que mantemos com estranhos, amigos, amores, subordinados, colegas, familía?
Tenhamos vergonha na cara por favor.
Sejamos amor ainda a tempo de alguma coisa.

Sem comentários:

Enviar um comentário