quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Requiem para um Nico



Foste sempre um companheiro. Companheiro no nascimento, nas surpresas, nas sonhos, ideias, risadas inteligentes. Nas descobertas, contemplação da natureza e do que nasce de genuíno em nós. No amor e na dor. Na amizade e no carinho. Na disponibilidade. Na juventude, crescimento, integridade, ingenuidade. No crescimento, afirmo. Na solidez de quem denota a presença sem incomodar, julgar ou duvidar. Um companheiro, verdadeiramente! Que hoje me deixa tão triste saber a forma vil e injusta como desapareceste. Nalgum escaninho da memória, o dourado da tua cor sempre se equiparará a alguma estrela no céu, que só alimente as boas memórias e a ternura eterna de quem me é muito.

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