domingo, 7 de agosto de 2016

Manifesto de amor II

Deita-te comigo sob a imensidão de um céu estrelado, para juntos unirmos as estrelas que naturalmente se configuram na nossa constelação. Unidos, veremos cometas de aprendizagens que nos fizeram ser melhores um para ou outro, e contemplaremos serenamente a expansão da própria galáxia, quando esta só contiver amor puro e companheirismo. Bem sei que existem estrelas já extintas cujo brilho ainda é perpetuado durante anos, e como tal não quererei escondê-las de ti. Reconhecerei que elas são parte do meu próprio brilho, e uma razão mais para me amares pelo que sou. Não fujas quando o céu parecer demasiado encoberto, e sobretudo, não me deixes fugir se perceberes que o brilho das estrelas que ainda espreitam, é vivo e inocente. Tal como eu quero ser para ti. 

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