segunda-feira, 11 de julho de 2016

Uma reflexão inteiramente portuguesa - ou humana - sobre o acreditar

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Muito foi dito, escrito, vivido, deslumbrado e será relembrado no eterno céu estrelado de ontem. Não é da minha competência escrutinar melhor algo do qual não possuo conhecimentos, além da minha devota nacionalidade, bem querer e pertença a este povo. Que tanto balança poeticamente entre o fado da desventura e a eterna felicidade de julgar meritóriamente ter atingido o que (sempre) mereceu.

Escrevo porque suscitou-me curiosidade esta capa de um jornal francês, quando os outros abundavam em imagens de desilusão. Fundado por Jean Jaurés, um pró democracia que se firmou contra a - ainda não existente - 1ª guerra mundial e por ela foi assassinado, traduziu uma ideia lindíssima do aparente desgosto francês. Aliás, da ideia a reter nos desgostos e derrotas. No final de tudo, o que pesa, importa e deve importar é agradecer pelos momentos bons. Pelos sorrisos. Pela ânsia e força de acreditar.

Quando envolve bons sentimentos e intencionalidade, o acreditar que alguém ou algo nos permite viver, fantasiar e estar energicamente envolvido é poderosamente único. 
É magia, cor, sol, ritmo, energia positiva. Que nos deve fazer sentir gratos. 
Nasce de dentro para fora e revela o quanto da essência do ser humano pertence honestamente à felicidade.
Estamos vivos. Todos vivos, enquanto se sonha.
Só porque se sabe acreditar.

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