domingo, 22 de maio de 2016

Onde faz sentido


Lisboa Lisboa...
que tanto me deste e outro tanto me retiraste!
O que me acrescentaste...
em fascínio, conhecimento e reclusão!
Fizeste-me maior, melhor, o necessário.
Numa via rápida para as respostas e curiosidade que já tinha em mim.
O necessário para te questionar, agradecer e desejar mais, não sabendo bem como.
O que estará reservado para mim nesses profundos e misteriosos calabouços do destino?
Permanecerei aqui para ver o que me continuarás a retirar e principalmente a dar?
De forma a perceber o equilíbrio desta balança?
(Que é a vida, não é Lisboa).
Porque no fundo, eu gosto muito de ti.
E no fundo, tudo poderia ter sido inevitavelmente diferente sem ti.
Como foi o que tinha de ser, só porque entraste no meu caminho.

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