terça-feira, 19 de abril de 2016

Carpe diem - arte e pesquisa

Quando espreitamos pela fechadura do "vizinho" o que realmente vemos?
Serão tão felizes quanto julgamos?
Os sonhos etéreos quanto aparentam?
O sentimento tão reconfortante e vívido?
A segurança inabalável?
Comparamos porque não estamos felizes?
Ou estamos felizes porque conseguimos reconhecê-lo ao compará-lo?

Não conseguimos viver sem o outro e para o outro a menos que cada um cultive o que tem. Porque quem se perde em comparações do que o outro é ou possui, esquece que por dentro tem a sua própria arte para trabalhar. E como arte que é, só consegue ser reconhecida e apreciada quando não existe plágio, submissão e carência de ideias próprias. Aceitando e abraçando todo o contributo e individualidade que a permitam ser autêntica. Distinta. Subjectiva. Única. Tal como a vida de cada um! 

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